Viseu Esquerda

Vídeo: Bar Americano em 2009! O saudosismo andou por aí...

sábado, janeiro 09, 2010
Depois de Oquestrada no Viriato e de uma visita obrigatória ao Boquinhas, nada fazia esperar que acabasse a noite num piso subterrâneo de um shopping da cidade. Quando percebi que a vontade das pessoas com quem estava nessa noite era de facto ir à festa do Bar Americano no Piso – 3 do Fórum Viseu, lembrei-me logo daqueles encontros de antigos alunos do Liceu, das festas dos anos 60, 70 ou 80 que animam as gerações mais velhas ou do saudosismo bacoco que nos leva vezes demais a dizer “no meu tempo é que era” esquecendo-nos que isso é exactamente aquilo que nos chateava nas conversas dos nossos pais e avós quando éramos jovens.

Apesar de um bocado contrariado, lá fui. A oferta aos Sábados à noite é por aqui tanta, pode passar pelo NB, pelo NB e depois pelo NB (ou então pela Hangar, com mais que provável paragem na GNR...), que acabei por ir. E ainda bem.

De facto aquilo parecia um encontro de antigos alunos do Liceu, anos 95, 96 ou 97. Mas foi exactamente esse facto que tornou a festa tão particular, onde os Déjà Vu(s) eram constantes, e os alinhamentos das músicas iguais aos de há 15 anos atrás, não passaram 5 minutos sem que nos encontrássemos com algum antigo colega que há muito não víamos, não passaram 10 minutos sem que houvesse uma música conhecida por todos.

A festa até tinha um dos títulos mais estúpidos que por aí ouvi em 2009, qualquer coisa como “Natal é no parque de estacionamento”. Os DJ’s eram pessoas bastante improváveis como o ex-candidato do CDS à Câmara Municipal de Viseu Francisco Mendes, que deixou o fato em casa e se mascarou de “dread” durante umas horas, abandonando por momentos o centrismo onde habita para abanar livremente o casco, para a esquerda e para a direita, para cima e para baixo. Uma coisa é certa, encaixa-se muito melhor neste papel do que Paulo Portas quando este se decide a tocar pandeireta...

E aquilo que iria parecer um revival, acabou por ser mesmo um revival, mas um grande revival onde uma geração pôde comungar o velho espírito do mosh saudável ao som dos RATM e companhia, entoando em coro os “Fuck you I won’t do what you tell me” do costume. E se foi um bom revival é porque estamos mesmo a ficar velhos! Mas ainda não estamos acabados! Vejam o vídeo, pequeno mas elucidativo!



Ainda para mais, tive a oportunidade de conviver com o Pablo, o Donatelo e o Lima, músicos dos Oquestrada que para lá se dirigiram também e que muito surpreendidos ficaram por ali encontrarem tamanha festa, numa década completamente deslocada! Surpreendido fiquei eu com eles ao ouvir as suas histórias e percursos, desde o francês Pablo que encontrou o seu instrumento numa casa abandonada e que tem por nome “Contra-Bacio” – um contra-baixo que consiste num bacio velho com um pau e uma corda que emite sons excepcionais, e que desenrasca bem quem não tenha “argent” para comprar um a sério (e tem muito mais pinta). Já tem mais de dez anos porque ainda não arranjou um bacio com aquele plástico de qualidade e vai remendando a coisa sempre que parte, com mais fita-cola! Até ao italiano e professor universitário Donatelo que encontrou em Lisboa uma cidade de eleição e que partilha as actuações entre os Oquestrada e os Anonima Nuvolari ou ao português Lima que toca a portuguesa guitarra do alto dos seus 2 metros e que também pertence aos Terrakota.

Só por isso já teria sido admirável. Somando ao resto, posso afirmar que foi uma ideia excepcional!
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Temporada Punk 2010 começa hoje no Estudantino!

sexta-feira, janeiro 08, 2010

A Outsideproductions D.I.Y. inaugura hoje a temporada Punk 2010 no Estudantino. Lulas Belhas, Endónia e Caducados fazem as honras da festa. A entrada são “4 Punks”, mas isto não quer dizer necessariamente que se levarem 4 gajos de crista conseguem uma borla!
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O Lixo e os Ratos de Fernando Ruas! Esses Não Aparecem nos Jornais!

sexta-feira, janeiro 08, 2010


Ou muito me engano, ou o nosso presidente anda com problemas bipolares. Há noite sonha com uma intifada contra os fiscais do ambiente. De manhã acorda como se fosse o Capitão Planeta e ameaça: “ou os feirantes deixam o recinto limpo ou acaba-se com a feira”! Nem a Quercus, nem a Greenpeace, nem sequer os supostos radicais do Movimento Verde Eufémia se lembrariam de tanto.

Dracon redigiu o primeiro código escrito da Grécia no séc. VII A.C., regulamento esse que ficou célebre por punir com a morte quase todos os delitos, fossem eles muito ou pouco graves. Daí a expressão “medida draconiana”. Apesar de tudo, era amado pelos cidadãos. Tivesse nascido Fernando Ruas na Grécia do séc. VIII A.C. e talvez a palavra fosse hoje outra...

Mas se a quinta da vizinha é sempre melhor do que a minha, o mesmo se poderá dizer do pecado do vizinho, que é sempre mais gravoso que o nosso. Porque no que toca a lixeiras, a CMV relativamente aos feirantes não fica nada atrás, sendo que o ilícito é agravado pela responsabilidade devida a quem deveria dar o exemplo e a quem pede aos outros atitudes que nem o próprio toma.

Atendendo a esta foto que retrata uma moradia abandonada da CMV no Bairro Municipal



e que em vez de pessoas desfavorecidas a habitá-la tem lixo, muito lixo que a transforma numa espécie de aterro a céu aberto, colocado lá pelos diligentes funcionários dos serviços de limpeza da CMV, podemos concluir que as palavras de Fernando Ruas não passam de cuspidelas contra o vento. Talvez não seja a ele que lhe caiam em cima, mas certamente cairão em cima dos também diligentes mensageiros da boa nova do Sr. presidente, mensageiros esses que têm feito de tudo para transformar a imprensa local numa espécie de boletim da CMV. Não todos obviamente. Mas a tendência é para que os poucos que sobram desapareçam em “reestruturações”, “mobilidades” , “reformas” ou simples despedimentos.

No Bairro Municipal, quem agradece são os ratos que de tanta fartura até já morrem de barriga cheia na estrada como este infeliz,





quem sabe fascinado pela “rotundinha” que deverá ter inspirado o pasteleiro mais famoso da cidade (quiçá da região, quiçá do país, quiçá do mundo) e a sua fantástica decoração...

Quem agradece são também os gatos que viram por estes meses engrossadas as ninhadas tanto é o alimento e tanta é a vontade dos moradores em ter pelo menos 1 lá por casa, 2 no quintal, e quantos forem necessários na rua, retomando o hábito milenar transmitido pela cultura egípcia e colocando de lado o hábito local de “dar banho aos gatos” logo pela nascença...

Nada que aborreça o nosso presidente. As fachadas continuam de um branco imaculado e mais do que ser o que interessa verdadeiramente é parecer, mesmo que haja casas destelhadas onde a salubridade é pouca ou nenhuma para quem lá habita. O que distingue afinal um “facho” de uma “fachada”?



Mas o Bairro é para ir abaixo de qualquer maneira. As moradias unifamiliares serão esventradas pelas retroescavadoras da empresa a quem caberá o ajuste directo. Depois é só encaixar os moradores nas gaiolas a construir e ceder terreno restante à especulação imobiliária, seguindo a velha tradição autárquica. Haverá melhor receita para a “guetização”? Só conheço uma, e essa está toda aplicada no Bairro de Paradinha. Daqui a uns anos, é ver o dinossauro que se segue a clamar por mais segurança e mais responsabilização das comunidades!

Não cederam a judiaria a um núcleo de arquitectos? Então a CMV que lhes encomende (por um preço em conta) um estudo sobre o impacto deste tipo de políticas “betoneiras” nas pessoas...

Debaixo do guarda-chuva dos 62%, tudo é possível na escola autocrata do “quero, posso e mando”. Na Madeira é pouco diferente. E não é por isso que aqui se tem mais respeito pela legitimidade bacoca de Jardim e dos seus cães de fila que o PND tem conseguido colocar a nu.

Aos senhores jornalistas, faço um apelo para que visitem o local, entrevistem as pessoas, deduzam, investiguem, documentem, triem e depois informem a sociedade. Pelo menos antes, era esta a sua função... até porque os recados estavam reservados a mensageiros ou a moços!
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Fernando Ruas Ardina ou Imprensa Local completamente embriagada!?

terça-feira, janeiro 05, 2010

Sob a capa da solidariedade parece que tudo se pode, tudo se consegue. Existe a boa e a má moeda. Existe a boa e a má imprensa. O real não existe a não ser no abstracto. A realidade, essa coisa subjectiva, é formada e moldada em regime de quase monopólio pelos media que por sua vez são moldados e (de)formados pela economia de mercado, ou seja: LUCRO! E indissociável dessa palavra mágica, estão à cabeça as receitas publicitárias. Bem, aqui chegamos ao senso comum: “não se cospe nem no prato em que se come nem na mão que dá a comer”. Poderá parecer simplista, mas se quiserem teorizações mais complexas acerca deste modelo, comecem por googlar “Slavoj Žižek”, pensador com quem tive a felicidade de voltar a tropeçar na Web através do saudoso colega, amigo e camarada Coelho! Fica o agradecimento!

O grupo Lena construiu o Funicular. O grupo Lena detém o Jornal do Centro. O grupo Lena foi responsável pelo fim do noticiário mais independente da cidade (o da Rádio no Ar ao fim de semana). O grupo Lena convidou o presidente a ser ardina. Houvesse uma media-metragem na imprensa local, o resultado entre notícias positivas e negativas, relativamente às políticas da CMV, daria certamente um resultado que envergonharia até o... Diário de Notícias da Madeira! Claro que isto são tudo coincidências. Mas se um bater de asas de uma borboleta pode tanto, o que dirá a teoria do caos acerca do rugir de um velho e poderoso Dinossauro, Senhor das Beiras e Municípios em quem parece que ainda corre o sangue do mítico Viriato? Sócrates ofendeu-se com Moura Guedes, a Prisa decidiu a uma semana do arranque do Jornal Nacional que aquele formato não era adequado. Ruas ofendeu-se com o noticiário da Rádio no Ar (que cometeu o estúpido erro de dar voz à oposição na inauguração de uma obra dos “patrões”) e este desapareceu. Decisões do foro empresarial a que são alheios quaisquer interesses políticos ou cooperativos. Pois.

Contudo, se ardina significa jornaleiro, é também ao mesmo tempo sinónimo de bebedeira. E como o jornalismo anda embriagado de tanta subserviência ao poder. A memória do lápis azul desapareceu e bem mais perniciosa é a nova auto-censura das direcções, sedentas de publicidade, e das redacções, reféns do miserabilismo dos recibos verdes e da insegurança provocada pelo futuro incerto. Este é o pior fascismo. A censura que se esconde sob o manto da liberdade... (sobre isto, leiam este excelente artigo da Sandra Monteiro no Le Monde Diplomatique)

Depois o presidente convoca a imprensa para verem “in loco” o quão porcos são os feirantes. E ameaça: ou se acaba com o lixo, ou se acaba com a feira. Se calhar até foram beber primeiro um café, enquanto não viesse uma aberta na chuvada que caiu logo pela manhã. Melhor do que evitar uma “banhada”, foi terem evitado a fase piloto do projecto de construção da praia fluvial em que se transformou o recinto da feira e que tão bem documentado ficou na objectiva do Delfim e no blog do Bazookas. Aos senhores jornalistas, ficou reservada apenas a demonstração de que vergonhosa era apenas a actuação dos feirantes – lendo os artigos publicados, posso aferir que são todos pessoas geneticamente avessas à higiene do mundo perfeito do presidente.
Quanto ao terreno e instalações destinadas à feira semanal e que irá virar praia fluvial, nada, apenas lixo. Quanto ao terreno da feira semanal sem instalações nem condições, transformado em dias de chuva em autêntica Praia Fluvial, nem uma palavra, nem muito nem pouco lixo.

Economia de espaço? Limitação de caracteres?

Não.

Subserviência, sim. E muita!

Mas pior, só mesmo a lixeira da própria CMV no Bairro Municipal e que vos darei conta adiante!

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A má educação na Terceira Idade...

segunda-feira, janeiro 04, 2010
Um grupo de idosos, excursionistas da Inatel, interromperam a peça "O Que Se Leva Desta Vida" e invadiram o palco do lotado Teatro São Luiz. E Não foram nem motivados pelo excesso de vinho, nem pela irritação devida ao sono dado o tardio da hora. Não. O que os ofendeu foi a contemporaneidade da peça...
Se fossem jovens a fazer este triste espectáculo era porque são drogados, não têm educação, faltava aqui um Salazar, não há respeito, é uma vergonha.
Como são idosos, tudo se desculpa.

Como diz o Daniel Oliveira no
arrastão:

"Acharam a linguagem imprópria? Iam à sua vida. E o facto de serem mais velhos só lhes deu mais tempo para aprenderem as regras da civilidade. Geralmente, os velhos intolerantes já eram intolerantes quando eram novos. Apenas julgam ter atingido um momento das suas vidas em que a sua intolerância tem de ser tolerada. Assim se comportarão quando forem velhos os que hoje, sendo jovens, não gostam do que não conhecem."

Nem mais!
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Kumpania Algazarra e Oquestrada em Viseu, e na mesma semana!

segunda-feira, janeiro 04, 2010

Pessoalmente, neste hiato de um mês, destaco por razões óbvias a presença na nossa cidade dos Kumpania Algazarra e dos Oquestrada.


Os primeiros vieram animar as ruas do centro histórico no dia 12 de Dezembro a convite da Associação Comercial de Viseu. Pena a fraca divulgação, para não dizer quase nula. Se a coisa tivesse sido agendada atempadamente a festa teria certamente mais participação. Assim, limitou-se a quem por acaso visitou a sua página no myspace ou simplesmente passou e tropeçou nesta carismática banda de fusão! E a festa lá se fez. Fica aqui um louvor à Associação Comercial que proporcionou o espectáculo e que já aqui critiquei por um certo despesismo. Mas também fica um reparo: nestas iniciativas a divulgação é fundamental para a concretização dos objectivos, ainda para mais quando estes se tratam de levar mais pessoas ao comércio tradicional. E Kumpania Algazarra já têm notoriedade suficiente para que se apostasse num concerto e não apenas numa arruada, até porque pelo orçamento, o mesmo se conseguiria com bandas como Farra Fanfarra


Quanto aos Oquestrada, o espectáculo no Teatro Viriato foi excepcional. Poucos conheciam o reportório da banda. Da diva almadense Miranda, do contra bacio do francês Pablo, da grande guitarra portuguesa do grande Lima, do acordeão italiano do simpático Donatello (que também faz parte dos Anonima Nuvolari) e do muy macho gitano Zeto! Quem já gostava passou a ficar apaixonado. Quem ignorava, aposto que sentiu desde logo um amor à primeira vista. E quem não se apaixonaria após um emotivo concerto teatralizado em que a fusão entre o fado suburbano e o ska, entre a música de leste e o funaná , entre o reggae e as filarmónicas dá origem a esta harmoniosa e única sonoridade. E na inevitável comparação com Deolinda, uma palavra: incomparável! Os Oquestrada são muito melhores! Opiniões...



Após o espectáculo e em conversa com os membros da banda ficou uma certeza: se como músicos são excelentes, enquanto pessoas são espectaculares! E a festa continuou... na saudosista festa do -3, da qual se escreverá adiante!

O senão foi apenas para a pequena lotação do Viriato e os habituais esquemas para se arranjarem uns bilhetes... Vamos ver se isto se resolve com o programado Centro de Artes e Espectáculos, ou se este servirá apenas como alternativa para albergar os ranchos que marcam presença regular no 2 de Maio em dias de chuva!


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Nos EUA já é possível eleger um presidente negro. E um ateu?

segunda-feira, janeiro 04, 2010

A igreja católica portuguesa, na pessoa de José Pelicarpo, dedicou a sua mensagem de Natal aos... ateus(!), essa raça maldita que nega deus e o pai natal! Mas a história que se conta aqui hoje é outra:

Nos EUA já é possível eleger um presidente negro.
E um ateu? A pergunta até pode parecer estúpida, mas o facto é que se anda a discutir se Cecil Bothwell, eleito para a Assembleia Municipal da cidade de Asheville, está capacitado para o fazer. Motivo? Não tem qualquer tipo de crença, e isso parece um pecado da maior gravidade no Estado da Carolina do Norte, cuja constituição afirma:

“The following persons shall be disqualified for office: First, any person who shall deny the being of Almighty God” [Constituição do Estado da Carolina do Norte: "As seguintes pessoas serão desqualificadas de exercer cargos públicos: Primeiramente, qualquer pessoa que negue a existência de Deus Todo Poderoso"]

Entretanto a Fox News, exemplo de tudo o que o jornalismo NÃO DEVE SER, já lançou uma sondagem on-line. Faz-lhes um favor e
participa. Talvez se faça luz e se apercebam que o tempo das “Bruxas de Salém” já acabou. No século XVII. Se calhar há tempo de mais para que disso tenham memória.
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Uma boa forma de envolver o Ensino Superior com a cidade!

segunda-feira, janeiro 04, 2010
Porque nem sempre as notícias acerca do ensino superior se devem a abusos nas praxes ou excesso nas festas académicas, fica aqui o registo da inauguração da primeira loja social de Viseu, um projecto idealizado por um grupo de alunos do curso de Educação Social da Escola Superior de Educação de Viseu, no ano lectivo de 2008/2009 e que veio colmatar algumas lacunas no que toca à prestação de assistência às pessoas mais carenciadas, sobretudo nos difíceis tempos de crise que vivemos e em que o futuro se avizinha não menos problemático.

Sem dúvida, um exemplo a seguir!
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O Regresso do Viseu Esquerda! Desta feita, sem Miras Técnicas!

segunda-feira, janeiro 04, 2010

Regresso hoje após mais de 1 mês de ausência. Motivo? Nenhum em particular. Apenas a vontade de tirar umas férias, não do trabalho que por esta época houve muito, mas do imediatismo que caracteriza a mediática sociedade em que vivemos. Muitas vezes entra-se no jogo e batemo-nos para ser os primeiros independentemente do conteúdo. Navega-se na espuma dos dias. A reflexão é assim negligenciada e colocada em segundo plano face ao voraz apetite de carne fresca, (notícias novas – o que até é estúpido porque uma notícia deveria à partida desde logo ser uma novidade, imaginem). Escreve-se muito e lê-se pouco, e quando se lê, faz-se muitas vezes uma leituta à Marcelo Rebelo de Sousa – uma leitura na diagonal. Uma coisa é certa: a actualização diária de um blog “rouba-nos” um dos bens mais preciosos e escassos, daqueles que não se vendem nem em mercearias nem em hipermercados, nem no comércio tradicional, nem nos Shoppings, essa coisa não palpável a que chamamos “tempo”. E sendo este um bem bastante escasso, é difícil geri-lo equativamente entre a família e o emprego, entre os amigos e o EU de cada um de nós.

Claro que também poderia simplesmemte interpretar este hiato como um timing para o “dolce fare niente”. Mas para isso prefiro apelidá-lo de preguiça. E como é viciante a preguiça...

Seja como for, o Viseu Esquerda regressa hoje como foi sempre. Sem modificações gráficas nem mudanças editoriais. É apenas mais do mesmo a que vos tinha habituado... Para uns estas férias foram um alívio”, outros já tinham saudade. E é por estes últimos que me movo. Por quem está farto dos “gate-Keepers” e dos “agendas-settings” que nos moldam a uma realidade muitas vezes distante do real. Dos agiotas disfarçados de “serviço público” ou independente. E como diria um dos maiores filósofos-agricultores deste país: “Vocês sabem do que eu estou a falar!”. Ao nosso povo, cabe rematar: “Para bom entendedor, meia-palavra basta!”

Segue a emissão, desta feita sem miras técnicas. Esperamos!


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