Viseu Esquerda

Solidariedade com os 3 eco-activistas acusados pela acção não-violenta contra o milho transgénico

sábado, novembro 07, 2009


No Pimenta Negra, campanha de solidariedade contra a mutação transgénica:

O Ministério Público deduziu acusação a 3 eco-activistas pela acção não-violenta de destruição de milho transgénico no Algarve ocorrida em Agosto de 2007.

Acontece que as acusações conhecidas são completamente infundadas.

Na verdade, nenhum dos três activistas cometeram os crimes de que são acusados pelo Ministério Público, limitando-se a servirem de contacto no local com os vários órgãos de imprensa presentes no momento dos acontecimentos, nunca tendo realizado qualquer acção material que se traduzisse em danos materiais e muito menos acções violentas sobre quem quer que seja.

Todas as imputações do Ministério Público são, pois, falsas e infundadas.

Para ajudar a fazer face às despesas do processo judicial de que são alvo, existe uma conta bancária para onde podem ser depositadas os contributos monetários de quem se sente solidário com aqueles activistas, injustamente acusados:

Pedro Filipe Prata,
Banco Espírito Santo,
Conta 0006 0947 8355,
NIB 0007 0000 00609478355 23,
IBAN PT50 0007 0000 0060 9478 3552 3,
SWIFT/BIC BESCPTPL
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O documentário que agitou o Doc - "Pare Escute e Olhe"

sábado, novembro 07, 2009

aqui foi notícia. "Jorge Pelicano, o realizador do documentário "Para, Escute e Olhe", diz que não é o Michael Moore português. E que quis apenas fazer o filme dos que "ficaram esquecidos"
Vê aqui no Público o Planeta Pelicano.
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Por estas e por outras é que abandonei há 10 anos a JCP...

sexta-feira, novembro 06, 2009

No Jornal Avante:

"Toda a imprensa ocidental dominante faz coro em qualificar a queda do muro, e portanto a derrota do socialismo, como a «libertação» do povo da RDA e sinónimo de avanço civilizacional.
Porém, a realidade das últimas duas décadas, não só na Alemanha de Leste, mas também na generalidade dos antigos países socialista do Centro e Leste Europeu, já para não falar da URSS, não testemunha qualquer progresso, por mínimo que seja, para o povo, mas antes um tremendo retrocesso económico e social que reduziu à miséria amplas camadas da população, condenou a juventude ao desemprego, privando a grande maioria de uma perspectiva optimista de futuro."

Já o facto de hoje ser o povo a escolher democraticamente os seus líderes, nem uma palavra...
Se calhar, com Estaline estavam melhores.
Aos 16 anos filiei-me na JCP por não existir em Viseu nenhuma secção do PSR no qual me revia. Queria contribuir activamente e aqui esta era a organização que se afigurava a melhor escolha, ou a menos má.
Enganei-me redondamente e saí logo passado um ano. O que mais me "chocou" foi o facto de não haver nenhuma palavra de recriminação pelos crimes soviéticos, coveiros do marxismo. Nem da direcção, nem da generalidade dos militantes. Passados 10 anos, vejo que ainda não deitaram ao lixo os bustos de Estaline.
Infelizmente! Porque se desculpa tudo aos fascistas totalitários que de 1917 a 1989 governaram a leste e não se desculpa nada, a mais ninguém.
O fascismo, a ditadura, a censura, os campos de concentração, o totalitarismo, o imperialismo, os massacres... são crimes contra a humanidade. Seja nos EUA, seja na URSS, seja onde for.

Afirmar a URSS como exemplo seja do que for, é deitar ao lixo qualquer outro argumento válido. Porque até os têm.
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A melhor definição sobre a blogosfera!

sexta-feira, novembro 06, 2009
No 5 Dias: "Prefiro o risco de escrever asneiras ao pesadelo de vir a gostar de estar calado. Prefiro uma folha de gatafunhos debitados sem jeito à masmorra fúnebre de uma página sem nada."

Nem mais! Nem menos!
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Se o assunto é irrelevante, exija-se um Referendo? CDS no seu melhor...

sexta-feira, novembro 06, 2009
O CDS iniciou o debate sobre o programa de governo afirmando que o casamento gay não é uma prioridade. Não o sendo, porque raio levantaram logo o tema à primeira oportunidade? E porque raio acabaram a pedir um referendo sobre o assunto afirmando sempre que este não é prioritário? Será que oquerem colocar na agenda?
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Os maus Bruxos da Direita! A fraude ideológica dos extremistas sociais...

sexta-feira, novembro 06, 2009
Quem tem por hábito ir à bruxa no Largo do Caldas deveria pedir uma indemnização compensatória por fraude. Muito se ouviu sobre as previsões da direita no que toca à despenalização da IVG e do consumo de drogas, nada se ouve da direita agora acerca da realidade.

As principais conclusões do relatório do Observatório Europeu da Droga e Toxicodependência

Mas a luta destes hipócritas pelo triunfo da demagogia continua, agora na questão do casamento gay, que segundo os professores Karambas destruirá a família. De quem? apontam para o óbvio. Nem ouve aumento do consumo, nem Portugal se transformou num estado de narcoturismo como previam os bruxos do CDS. Na questão da IVG já tinha sido igual - quem é que no seu perfeito juízo se lembraria, como nos quiseram fazer crer alguns senhores de fatos às riscas, de abdicar dos métodos contraceptivos apenas porque o aborto foi despenalizado?
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14 de Novembro: Mais uma grande noite de Punk Hardcore no Estudantino

quinta-feira, novembro 05, 2009


A Outside DIY brinda-nos com mais uma noite de concertos Punk Hardcore. Desta feita com os estreantes Cabeça de Martelo e Acromaníacos que tocam aqui pela primeira vez e pelos já "repetentes" Estado de Sítio. 14 de Novembro no Estudantino, em Jugueiros.

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José Manuel Fernandes segundo João Teixeira Lopes. O Público.

quinta-feira, novembro 05, 2009

A lança dos neo-conservadores portugueses acabou por ficar a meio da tarefa de transformar o Público numa espécie de Fox News da imprensa escrita portuguesa. E Belmiro fez bem em não querer fazer o papel de Murdoch, até porque as vendas iam caindo a pique.

Fica aqui um texto que nunca cheguei a escrever. Escreveu-o Teixeira Lopes no esquerda.net, e fê-lo com mestria:

O “Público” de José Manuel Fernandes

Não é vendetta, o que me move, apesar da persistente desonestidade intelectual com que brindava o Bloco de Esquerda, um dos seus inimigos de estimação. É a análise política, que, por mais estrutural que se pretenda, não prescinde dos homens e das mulheres...

Vou falar de José Manuel Fernandes e de como um neoconservador, servo fiel, como poucos, às políticas do extremismo republicano, dos EUA, se apropriou, como Director, do rumo editorial e ideológico de um dos principais jornais de "referência", divorciando-o do universo cultural e simbólico da maioria dos seus leitores.

Nunca saberemos tudo sobre a agenda mais ou menos oculta de José Manuel Fernandes. Mas lembro-me, em particular, da sua alegria bacoca quando os Estados Unidos invadiram o Iraque e chegaram a Bagdad. Nunca li ou escutei um único lamento autocrítico dessa águia feroz que, nos editoriais do Público, um após outro, clamava por mais Guerra e mais sangue. Contra o Irão, se necessário fosse. Contra quem quer que ousasse contrariar o império.

Não me esquecerei, tampouco, da sua transformação, em uníssono com Pacheco Pereira, seu alterego e, suspeito, subdirector clandestino do Público, em ideólogo-mor do PSD (que, teimosamente os deixou de escutar, ao verificar que o seu prazo de validade ideológico há muito se esgotara) e em luz da segunda vida do cavaquismo, ao ponto de ter servido, miseravelmente, como pombo-correio de golpes de estado de salão.

Não apagarei, igualmente, as delirantes referências à distopia de um mercado livre; os elogios às privatizações; o nauseabundo favorecimento dos lobbies das escolas privadas.

Mas o mercado nada sabe de honra e até os Azevedo se devem ter fartado com a queda abrupta das tiragens. Pelo meio, dezenas de trabalhadores despedidos, entre os quais muitos jornalistas. Os que foram poupados, viram os seus ordenados reduzidos, enquanto administradores, como José Manuel Fernandes, eram recompensados com generosos prémios.

Não, ele não é o herói destemido em personagem de jornalista de guerra na Guiné-Bissau. Não, ele não se transformou, do dia para a noite, num soldado raso do jornalismo, como afirma no seu patético editorial de despedida. Estejamos atentos. A carreira de José Manuel Fernandes não acabou. Mas leio o Público com outro prazer!

João Teixeira Lopes
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O «perigoso instinto censório, prepotente e autoritário» de Fernando Ruas, o "Vândalo"

quinta-feira, novembro 05, 2009

Afinal o vandalismo não parte só de adolescentes perturbados como no caso dos automóveis danificados junto à Escola EB 2,3 Grão Vasco. Por vezes estes actos irreponsáveis vêm de quem menos se espera: da própria Câmara Municipal (acusa o PCP) que ignora consecutivamente o parecer da Comissão Nacional de Eleições e o Tribunal da Relação de Coimbra, que «declaram a proibição dos municípios de retirarem propaganda política ou limitarem a liberdade de expressão e propaganda dos partidos políticos, dentro e fora das campanhas eleitorais». Na cidade parece que só há espaço para a propaganda do PSD camuflada de "informação municipal". O caciquismo ao seu melhor estilo...
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O CDS, o Casamento Gay e os "amores de verão" de Paulo Portas!

quinta-feira, novembro 05, 2009

O CDS, partido português mais conservador e nacionalista com assento na Assembleia da República não se incomodou com o Tratado de Lisboa que colocará em causa uma bandeira antiga e querida de Paulo Portas: a Soberania Nacional! Tudo pela Pátria, Nada contra a Pátria!

Mas não, pior do que a perda de soberania é aquela coisa horrenda do "casamento gay". Isso sim é importante e exige, rapidamente e em força, um Referendo! Porquê? Porque Paulo Portas sabe bem que a demagogia faz escola neste país e que a manipulação da questão lhe traria dividendos. E todos sabemos como Paulo Portas é mestre nesta cadeira... mas fica a dúvida: porque raio não cumpre um dos mais importantes desígnios de Deus, o "Crescei e Multiplicai-vos" em vez de andar a zurzir contra os homossexuais? Até chega a ser irónico. A comunidade gay, por "norma" liberal nos costumes, luta pelo direito ao casamento. O mais conservador dos conservadores renega-o! Um conselho homem: arranje uma mulher, case-se e faça um filho, assim não terá que se preocupar com as opções pessoais de cada um. O resto deixe para a Democracia Representativa, afinal foi para isso que ainda agora foi eleito!

Eu até lhe conheço um amor. A agricultura! Passou todo o Verão a falar dela, tratando-a com carinho, era a lavoura para aqui, lavoura para ali, ai lavoura...
Mas afinal não passou de um amor de verão.

Quando chegou a hora de escolher uma comissão parlamentar para liderar, o CDS escolheu a mais pomposa das que sobravam: "Negócios Estrangeiros"! Afinal os fatos às riscas e os jaguares não se coadunam com as agruras da terra e sempre é mais interessante ir para as pomposas festas das embaixadas do que se enfiar no lamaçal que é hoje a agricultura portuguesa. Ainda para mais a dita comissão da agricultura foi parar ao... Bloco de Esquerda! O latifúndio feudal largou o pasto aos extremistas da reforma agrária.

Isto não é uma "face oculta", é a verdadeira face dos demagogos que dos agricultores só querem os votos, por mais vindimas de cinco minutos que se façam para o telejornal.
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O Ranking e as Escolas Privadas Confessionais - Uma experiência na Opus Dei!

quinta-feira, novembro 05, 2009
Fica aqui um testemunho na primeira pessoa sobre os métodos de ensino que fazem escola no sector privado confessional. Texto de Isabel Moreira, Jugular:

"...fiquei a saber que o colégio que frequentei entre os 3 e os 14 anos ficou este ano no topo do ranking das escolas. Cada pessoa é um mundo. Cada pessoa tem a sua experiência. Os pais são livres, naturalmente, de escolherem a escola dos seus filhos. Mas nem sempre os filhos, quando são pequenos, bastante pequenos, contam aos pais o que os amedronta. Lembro-me da provocação do C. Hitchens ao perguntar se a religião é abuso de menores. Às vezes é. No Mira Rio onde cresci, nunca ouvi falar de um deus misericordioso, de um deus pai, nunca ouvi falar de amor. A religião foi-me essencialmente incutida por duas vias: a via dogmática, que se traduzia em muito cedo já saber declamar as provas extra-bíblicas da existência de cristo; e a via do medo, esta muito eficaz, porque o pecado, venial e mortal, nas suas consequências, se não sanados, eram ilustrados até à náusea. Insistia-se bastante no limbo, mas, sobretudo, e este é o aspecto fulcral do meu Mira Rio, havia uma atenção doentia, por parte do colégio e do preceptorado, aos pecados da carne. De resto, os sacerdotes do opus dei ajudavam no terror. A primeira aproximação que tive às consequências do fenómeno do desenvolvimento (futuro) do meu corpo e da minha cabeça pecadora foi a explicação de que o dito corpo era o templo do espírito santo. Ora, o templo não pode sentir o que quer que seja. Isto foi terrivelmente explorado ao ponto de ser convocada uma reunião com a directora do colégio no dia em que a mesma entendeu que nós, a minha turma, já teríamos sido visitadas por um acontecimento que inicia fatalmente a inclinação para o pecado da carne, de resto bastante provocado por uma espécie que nos era estranha - os rapazes. Esse acontecimento era a menstruação. Sim, ele foi-nos explicado em associação com o pecado. A tarde estava amena, eu era muito pequena, mais do que as outras, e pela primeira vez na vida percebi a dor da diferença. É que eu ainda não era menstruada. Eu nunca tinha pensado em sexo. Quando a directora desatou a falar no fenómeno sanguinário, no pecado, na gravidez fora do santo matrimónio, na propensão masculina para nos atrair para o pecado, senti-me uma ilha e, claro, comecei, nesse dia, a pensar em sexo. Na confissão, precedida de uma lista de presença pública semanal, recebíamos uma folha com os dez mandamentos e para cada um sugestões de pecados. Assim, o nosso exame de consciência seria induzido e mais completo. No sexto mandamento, o fatídico da castidade, perguntava-se, por exemplo: demoro-me, no banho, a contemplar o meu corpo? Lembro-me de ser muito nova e de pensar demoradamente nesta pergunta. Lembro-me de tomar banho em dois minutos para não pecar. E lembro-me de pensar demoradamente noutras perguntas do mesmo calibre. Tal como na inquisição, a sugestão é tão minuciosa que a criança acaba por acreditar que fez aquilo, mesmo que o não tenha feito, e que se o fez cometeu o tal pecado digno do fogo que a virgem maria fez a graça de mostrar aos três pastorinhos e que a professora nos deu a ver ilustrado num desenho. O sacerdote fez-me perguntas de uma minúcia que nunca vi, como advogada, serem feitas em tribunal. O meu corpo, o corpo de uma criança, foi escrutinado atrás de uns quadradinhos de madeira, o confessionário. Havia também a professora sofia, que depois de uma asneira grande que fiz com 9 anos, vendo-me comungar, me levou para uma sala fechada e explicou-me que eu recebera do corpo de cristo em pecado mortal. Convenceu-me, sem apelo nem agravo, de que estava condenada ao inferno. Passei muitas noites da minha quarta classe a adormecer com medo, com uma ideia da esperança de vida, tendo a minha por inútil, já que fatalmente condenada ao inferno. A professora sofia torturou-me de muitas outras maneiras. O ensino era bom? Sim. Havia professoras boas? Sim. Havia boas pessoas? Sim. Fiz amigas e apesar de tudo, com elas, recordações felizes? Claro. Mas às vezes a religião é abuso de menores. Este é apenas uma parte do meu relato pessoal. Não é um relato de ensino de sucesso. Aos 14 anos fui para a escola pública. Fiquei em choque durante um mês. Descobri rapazes, pobres, ateus, conflitos sociais e debate livre de ideias. Ao mesmo tempo, descobri outros católicos. Católicos que me falaram pela primeira vez em amor em vez de pecado, em perdão em vez de castigo, em fazer em vez de apenas rezar. Descobri, com esses católicos, a acção social. Descobri que há um deus de todos que a todos ama e que a todos aceita. Na verdade, um pai, que nunca, por natureza, renega um filho. Foi assim. na escola pública, no meu Rainha Dona Amélia, que não ficou no topo do ranking das escolas, que me deram a dimensão de pessoa. Mais tarde disse adeus a deus. Mas sem mágoa, porque foi de outro deus que me despedi."
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Afinal umas grades não resolviam os problemas do Parque Aquilino Ribeiro!

quarta-feira, novembro 04, 2009
Penso que era desde logo à partida óbvio que os problemas associados ao Parque da Cidade e o notório "divórcio" entre os viseenses e este espaço verde, ex-líbris de maior centralidade, não se resolviam com a colocação de umas grades a toda a volta. Mas as palavras de Fernando Ruas na Câmara Municipal são leis e poucos ou ninguém lá dentro têm a coragem de as contrariar, nem que tal se afigure como uma evidência, e as grades lá foram colocadas. Serviu a quem? A toxicodependência "deslocalizou-se" para a Rua Direita (se se resolvessem os problemas da droga com umas grades não haveria no mundo qualquer consumidor) e as pessoas, para além dos estudantes do Liceu, poucas ou nenhumas vezes lá vão. Logo, isto só beneficiou o próprio ego do presidente e no limite a contabilidade da empresa que as lá colocou.

Passados estes anos todos, e "plagiando" o outdoor eleitoral do PSD, só "as obras apelam ao coração", eis que constatamos hoje que as "obras já começaram no Parque Aquilino Ribeiro" Vacinado contra os arquitectos da moda que fizeram aquele lindo trabalho do Mercado 2 de Maio, Fernando Ruas foi repescar o homem que arquitectou o actual parque há 50 anos atrás!

Pior não há-de ficar, e isso só por si já é uma boa notícia!
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Parece que as denúncias sobre a exploração comercial dos caloiros já tiveram repercussões...

quarta-feira, novembro 04, 2009
Se dúvidas ainda houvessem, fica aqui a constatação de que afinal as denúncias dos caloiros sobre a "face oculta" dos morcegos que se eternizam na escola para assim acumularem matrículas e usufruirem dos benefícios inerente a tal "prestígio" já surtiram efeito:

Parece que acabou o monopólio da exploração dos bares por parte de um único comerciante, o que a ser verdade, já é uma grande vitória!

Que voltem os tempos onde os bares e tasquinhas das semanas do caloiro e académica eram explorados pelos próprios estudantes, e onde cada curso poderia assim aplicar o lucro naquilo que melhor lhes aprouvesse, nem que fosse para pagar a viagem de finalistas. Ao menos assim mamavam todos e não apenas a Federação inter-galáctica das Academia!

academia - tem origem no grego 'akadémia', «jardim de Academo, perto de Atenas, onde funcionava a escola de filosofia de Platão» - qualquer semelhança com a realidade é pura ficção!
Já quanto à semana do caloiro em si, a oeste nada de novo e há excepção de Rita Red Shoes, no Pavilhão Multiusos também não!


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Crucifixos nas Escolas Públicas de Viseu. Até quando?

quarta-feira, novembro 04, 2009

Em Viseu, ainda nas últimas eleições autárquicas pude testemunhar a presença de um crucifixo na secção de voto nº 2 da freguesia de Repeses, secção essa que durante o resto do ano é uma sala de aulas de uma Escola Pública. Esta tentativa de sacralizar o estado laico com simbologia religiosa é em tudo contrária à lei e ao princípio republicano de separação entre o estado e a igreja, por mais concordatas que nos tentem impingir. E hoje saiu uma decisão do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem que considera a presença de crucifixos numa escola italiana "uma violação do direito dos pais de educar os seus filhos de acordo com as suas convicções" e "uma violação da liberdade religiosa dos estudantes".

"Rezemos" para que se torne jurisprudência...

Claro que o governo italiano recorrerá da decisão e a igreja já veio afirmar que um crucifixo é, mais do que um símbolo religioso, um símbolo cultural! Não vejo onde é que um homem pregado numa cruz com uma coroa de espinhos possa ser considerado um símbolo de cultura, só se for para lembrar os italianos que era assim que o Império Romano tratava os seus inimigos... esperemos é que Berlusconi não se lembre de fazer o mesmo aos estrangeiros ilegais!


Comunicado da Associação Ateísta Portuguesa:

A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) não pode deixar de se congratular com a decisão histórica do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, em Estrasburgo, ao considerar a presença de crucifixos nas salas de aula "uma violação do direito dos pais de educar os seus filhos de acordo com as suas convicções" e "uma violação da liberdade religiosa dos estudantes".


A escola laica é o reflexo de um Estado laico onde, ao contrário dos estados confessionais, a liberdade não é apanágio da religião oficial mas um direito de todas, direito igualmente conferido aos ateus, cépticos, agnósticos e livres-pensadores.


Perante a agressividade de várias religiões na disputa do mercado da fé, esta decisão histórica deve servir de aviso às professoras que pretendem dar aulas de burka, às comunidades que pretendem ver as escolas transformadas em madraças e a todos os prosélitos que querem uma escola ao serviço das suas crenças.


A jurisprudência do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem remete para o foro privado as práticas religiosas cabendo aos Estados respeitá-las e defendê-las.


Intransigente na defesa da laicidade do Estado, que o mesmo é dizer, do direito de todos os cidadãos à crença, descrença ou anti-crença, a AAP reitera a sua satisfação e solidariedade pela sábia decisão tomada pelo referido Tribunal.
Reduzir o espaço de confronto religioso entre os fundamentalistas de várias religiões é contribuir para a paz e a liberdade, dois valores fundamentais da democracia.



Espera ainda a Associação Ateísta Portuguesa (AAP) que o Governo português exerça a vigilância que deve em relação aos abusos que ainda persistem, por incúria, nas escolas e hospitais públicos.
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No dia dedicado aos mortos, eis que renasce um jornal! O Público temnova Directora! E ainda bem...

quarta-feira, novembro 04, 2009


"Não queremos doutrinar nem vender receitas. Queremos interrogar o mundo."

Nem mais. Eis as boas novas do editorial de dia 1 de Novembro. Quanto a um dos maiores coveiros daquele que era um jornal de referência, umas palavras: Bye bye José Manuel Fernandes, até nunca! A Fox News espera-o...

Fica aqui o editorial na íntegra:

"Editorial de 1 de Novembro de 2009




O PÚBLICO inicia hoje uma nova etapa da sua história. Quase 20 anos depois do primeiro dia, uma nova direcção, um novo começo. Um tempo mais difícil, também.

Há 20 anos, tivemos a ousadia de em Portugal seguir os paradigmas da grande imprensa europeia e conseguimos ser hoje uma referência sem paralelo na imprensa diária portuguesa.





Os ideais originais estão vivos - qualidade e rigor, distanciamento, independência e integridade. Olhamos para o jornalismo como parte nuclear da democracia e da liberdade e vamos exercê-las informando, questionando e investigando. Podemos escolher as palavras justas em nome da convicção com que as sustentamos - convicção num jornalismo forte, profundo e livre. Isso é fácil. A confiança no jornalismo, no entanto, já viveu melhores dias.

O fundador deste jornal, Vicente Jorge Silva, disse num texto recente que a credibilidade da imprensa de referência ficou seriamente afectada pelos incidentes que rodearam a última campanha para as legislativas. Um balanço duro, mas uma conclusão lúcida.

Não temos nada a acrescentar a uma polémica sobre a qual tudo está dito e da qual não ficaremos reféns. A razão de estarmos aqui hoje é anterior a tudo isso. Mas não escamoteamos o facto de ser nossa primeira obrigação repor essa credibilidade ameaçada, conscientes que estamos da percepção pública de um excesso de peso ideológico no jornal. Acreditamos num jornalismo culto e responsável, que desafia o sensacionalismo e as agendas informativas cada vez mais estreitas.

O leitor encontrará a partir de hoje pequenas diferenças através das quais queremos exprimir este novo começo. Não mudaremos a linha gráfica apenas para dizer que chegámos e somos diferentes - acreditamos mais na substância das coisas do que na forma; é pela substância que queremos afirmar-nos.

Os editoriais, a partir de hoje, deixarão de ser assinados. Os editoriais expressarão o pensamento desta direcção e deste jornal sobre o mundo que procuramos descrever, compreender e analisar página a página. Não queremos doutrinar nem vender receitas. Queremos interrogar o mundo. Daremos expressão a todos os pontos de vista, mas afirmaremos os nossos. Os editoriais serão escritos pelo novo Gabinete Editorial, composto pela direcção e mais cinco jornalistas do PÚBLICO - Teresa de Sousa, Jorge Almeida Fernandes, Margarida Santos Lopes, Ricardo Garcia e Vítor Costa. Há 20 anos, quando nascemos, foi decidido que os editoriais seriam assinados com base em duas ideias: seriam mais acutilantes e comprometeriam apenas o seu autor. Hoje sabemos que essa ideia original se tornou utópica e que um editorial compromete todo o jornal - é a cara do jornal - e não pode, por isso, ser veículo da opinião de uma só pessoa. Acreditamos, também, que é possível escrever editoriais incisivos, com pontos de vista corajosos e provocadores, que questionem e mobilizem a sociedade. Os novos editoriais do PÚBLICO, são, portanto, textos de opinião do jornal como instituição. A mesma filosofia será aplicada à secção Sobe e Desce.

Não serviremos governos, nem procuraremos certificados de bom comportamento. Prosseguiremos uma nova etapa do caminho, no respeito pelos valores que nos guiam desde o primeiro dia.

Queremos garantir a sustentabilidade do PÚBLICO como projecto de referência, desenvolver novas plataformas de intervenção editorial, trabalhar para elevar os padrões e sermos líderes no rigor, na reportagem, na análise, na crítica cultural e na opinião. Vamos estar obcecados com a isenção, a investigação, a profundidade e os temas de proximidade (e para isso vamos criar um caderno Cidades, que sairá aos domingos).

Não queremos inflacionar as expectativas, queremos corresponder aos leitores. Sabemos que o PÚBLICO é o jornal dos leitores exigentes, curiosos e atentos, das pessoas que pensam e que querem que o seu jornal seja um instrumento para pensar mais. Os nossos leitores - 250 mil por dia - são pessoas que sabem e que querem saber mais. São os melhores - e os mais severos - leitores."
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Os tentáculos do polvo da "face oculta" também em viseu...

quarta-feira, novembro 04, 2009


"No caso das Estradas de Portugal estará em causa a adulteração da pesagem de resíduos por um encarregado de uma obra na área de Viseu, sendo que o funcionário em causa terá recebido dinheiro em troca. "

A corrupção não se elimina mudando apenas o nome das entidades. Se a JAE era uma escola de crime, transformá-la em Estradas de Portugal não é lutar contra nada, é assobiar para o lado. Até porque os padrinhos são os mesmos... as moscas é que são outras!
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Marcha Mundial Pela Paz e Não Violência - Viseu - 9 de Novembro, 15h

terça-feira, novembro 03, 2009

Só o manifesto de adesão pessoal cativa. Em Viseu a Marcha Mundial Pela Paz e Não Violência decorrerá a 9 de Novembro e terá início pelas 15 horas na Rotunda Paulo VI, terminando no Rossio.

"Adiro à Marcha Mundial pela Paz e a Não-violência

Porque estou de acordo com:

1. O desarmamento nuclear a nível mundial.
2. A retirada imediata das tropas invasoras dos territórios ocupados
3. A redução progressiva e proporcional do armamento convencional
4. A assinatura de tratados de não agressão entre países
5. A renúncia dos governos a utilizar as guerras como meio para resolver conflitos

E, além disso, porque rejeito todas as formas de violência!
Inscreve-te na Marcha Mundial pela Paz e a Não-Violência. Pode-se participar de várias formas:

percorrer um troço da marcha, dentro de um país, ou acompanhá-la em vários países;
colaborar economicamente ou com cedência de equipamento;
ajudar a difusão da MM através de contacto com organizações ou personalidades;
dar a conhecer esta iniciativa aos amigos e conhecidos.

Participa como voluntário/a na preparação da MM. Promove uma iniciativa. Define tu próprio/a como queres participar."

Não há regra sem excepção e pessoalmente acho que em determinados momentos algumas formas de desobediência civil são necessárias! Às vezes...
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Vídeo de Homenagem ao Anti-Militarista José Carvalho, assassinado pela Extrema-Direita!

terça-feira, novembro 03, 2009
Vídeo da APSR que assinala os 20 anos do assassinato de José Carvalho pela extrema-direita nazi e que visa dar a conhecer a sua história de vida e de luta. Dos SUV à Comissão de Trabalhadores da Messa e à organização do trabalho antimilitarista, juntando no bar das Palmeiras dezenas de bandas rock contra o serviço militar obrigatório.

Parte 1


Parte 2
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Viseu Esquerda Brinda a chegada da Igreja à Blogosfera local com Vídeo!

terça-feira, novembro 03, 2009
Nada como a peregrinação do "Chato" ao confessionário para brindar com humor a chegada à Blogosfera Local da Igreja do Carmo!

A brincar a brincar... lá se vão dizendo umas quantas verdades!


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Fernando Ruas admite precariedade nas Autarquias: Trabalhadores a prazo asseguram "necessidades permanentes"

terça-feira, novembro 03, 2009

Não é novidade nenhuma. Novidade é ser o Presidente da Associação Nacional de Municípios Fernando Ruas a admitir as fragilidades do código laboral que promovem os recibos verdes e a precariedade generalizada. Só nas autarquias os contratos a prazo cresceram 21%! Claro que isto se deve somente e tão-pouco ao governo central que transferiu competências... mas avizinha-se uma regularização. E ainda bem. Num país onde os próprios inspectores de trabalho são precários, urge legalizar os falsos recibos verdes, sob pena de o Estado não ter moral para ir atrás das empresas prevaricadoras. Na Bola!
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As pessoas até tentam, a CMV é que não deixa...

terça-feira, novembro 03, 2009
Se como referi no post anterior existem alguns que preferem a sombra da bananeira dourada do RSI, outros há que preferem tentar enfrentar as dificuldades através do trabalho. Mas aí, diz-nos o JN, existe o monstro da Burocracia, como aquele que a Câmara Municipal de Viseu revelou a Ana Paula Ferreira, de 47 anos, deficiente motora e afectada por paralisia cerebral, que pretendia vender bolachas e tripas doces num posto fixo situado numa artéria da cidade. Pedido Indeferido. Porquê? Só se estiver colectada como vendedora ambulante (o que iria acabar com o pequeno lucro obtido pelo negócio).
Aqui são as próprias autoridades a promover a dependência. Se calhar é preferível continuar a mendigar subsídios, frequentar a sopa dos pobres e viver na miséria...
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Quando é a própria Câmara Municipal a promover os "Guetos"...

terça-feira, novembro 03, 2009
O Bairro de Paradinha é o exemplo acabado de tudo o que não deve ser um bairro social. Isolado da restante população, com apenas um acesso e sem nenhuma garantia de segurança por parte das autoridades, o Bairro é actualmente uma ilha na qual a polícia poucas ou nenhumas vezes se atreve a entrar, e quando o faz, fá-lo apenas com um reforço substancial de efectivos... O projecto da Câmara Municipal de Viseu aliás só poderia resultar nisso mesmo.
O problema é que existe por lá muito boa gente cujo único pecado é o facto de ser pobre e não ter alternativa, sujeitando-se assim aos humores de quem se julga assim rei...
Por isso notícias como esta do Diário de Viseu não são de surpreender ninguém (só surpreendem por não serem mais frequentes: "Testemunha ia comprar heroína e cocaína ao Bairro de Paradinha"
Mas a CMV não aprende nada e prepara-se para fazer o mesmo ao Bairro Municipal, desagregando a estrutura social há décadas ali criada, a boa-vizinhança, o bem estar proporcionado pelas moradias uni-familiares de famílias trabalhadoras, cedendo à especulação imobiliária os terrenos cedidos originalmente para habitação social pois não conhece outro motor de desenvolvimento que não seja mais betão.

MAs uma coisa é certa. Entregar o cheque do RSI e deixar as pessoas sem acompanhamento dos técnicos, sem que hajam tentativas reais de inserção não é suficiente e chega por vezes a ter um efeito pernicioso, contrário à bondade pretendida com a medida.

"Abusus Non Tollit Usum", isto é, não é por haver prevaricadores ou alguns casos de fraude que se deveria acabar com o Rendimento Social de Inserção como urrou demagogicamente Paulo Portas durante toda a campanha eleitoral. Quem é que no seu perfeito juízo defende que por haver quem circule a 150 km\h se deverão acabar com as auto-estradas? Se se obrigam os desempregados a frequentar cursos de formação porque não fazer o mesmo com os beneficiários desocupados de modo a associar o rendimento ao esforço, nem que seja mínimo? Porque até agora, a única medida positiva associada é a obrigatoriedade de frequência escolar por parte dos filhos dos beneficiários, o que é manifestamente pouco para integrar as comunidades inteiras de subsídio-dependentes que se estão a gerar, correndo-se o risco (se é que já não aconteceu) de a sociedade encarar a medida apenas como um apoio à preguiça. E é preciso afirmá-lo, sem dogmas, de esquerda ou direita, e sem demagogias baratas de quem vê no ódio racista um nicho de mercado eleitoral...
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FIAT Viseu encerra e 40 trabalhadores vão para o Desemprego!

terça-feira, novembro 03, 2009

Má notícia para os trabalhadores da concessionária da FIAT em Viseu: "Com dois meses de salários em atraso, entre outras remunerações, a empresa optou por avançar com o pedido de insolvência. A situação foi tornada pública ao final da tarde de sexta-feira, embora os efeitos do encerramento só hoje [ontem] se tenham feito sentir", avançou um trabalhador ao JN.
Se pouca diferença faz a quem tendo um Fiat evitava ao máximo ir à "marca" devido aos custos exorbitentes (excepto se o veículo estivesse em período de garantia), o mesmo não se poderá dizer das famílias dos 40 trabalhadores lançados para o desemprego.
Contudo, sendo estes profissionais competentes e especializados, fazem-se aqui votos para que vejam a sua situação rapidamente resolvida!
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Entrevista ao Núcleo Distrital de Viseu da Rede Anti-Pobreza

domingo, novembro 01, 2009

Leiam a excelente entrevista do Jornal do Centro a José Machado, presidente da Distrital de Viseu da Rede Anti-Pobreza , Paula Fong, psicóloga e Graeme Pulleyn, encenador. Num país com 2 milhões de pobre e mais 2 milhões em risco de pobreza, estas pesoas e associações associações dão um grande contributo na exposição das situações mais graves e no apoio directo aos mais necessitados, nem que seja com uma palavra amiga de esperança.
"HumanizArte" e "Entreteias" são dois projectos já concretizados e deveriam merecer da nossa parte toda a atenção. E a maior garantia de sucesso é sem dúvida a competência, a solidariedade e o altruísmo das pessoas envolvidas!
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Capitalismo devora o capitalismo... Mcdonalds abandona a Islândia

domingo, novembro 01, 2009

A Islândia, ideal capitalista ainda o ano passado, "o país que sempre foi famoso por ter o Big Mac mais caro do mundo, agora vai ficar conhecido como o único país da Europa Ocidental onde não é possível comprar um Big Mac."

Mcdo


Mas nem tudo são más notícias e o fim do sonho islandês da eterna alavancagem financeira do sistema cria novas oportunidades, como esta de alojar os maiores servidores da Web no território, beneficiando do enorme potencial de energia eléctrica renovável (geo-térmica)!
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Stay Rude, Stay Rebel

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Stay rude against facist regimes, Stay rebel against politicians dreams, Stay rude and fight back injustice, Stay rebel against racial prejudice, Stay rude and stay cool, Stay rebel be nobodys fool, Stay rude against any command, Stay rebel take your life in your hand, Sharpskins remember their roots, Think with their brains not with their boots...

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E porque a democracia não se esgota na política e a cidadania no voto, este espaço está aberto a tod@s @s que queiram contribuir! Seja um texto ou uma imagem, um vídeo ou uma música, um poema ou um disparate!

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